No Horizonte da Eternidade
No horizonte da eternidade,
minha alma espera para saber,
como fiz com todas as coisas,
e, por menores que fossem,
construi um castelo.
Quem irá morar nele?
Quem ocupará seus sonhos?
Confio na verdade.
Confio em sua vontade.
At the Horizon of Eternity
at the horizon of eternity
my soul waits to know,
as i have done all things
and from as small as they were
i built a castle.
who will reside in it?
who will occupy its dreams?
i trust truth
I trust its will.
Leitura do poema
“No Horizonte da Eternidade” contempla uma alma que espera diante do que não pode conhecer por completo. Com coisas pequenas, o poeta construiu um castelo: uma obra feita de experiências, escolhas e gestos reunidos ao longo do tempo.
As perguntas sobre quem viverá nesse castelo transformam a criação em herança. O poeta não controla quem ocupará seus sonhos, mas confia na verdade e em sua vontade. Essa confiança oferece serenidade ao horizonte: aquilo que construímos pode continuar além de nós, acolhendo vidas que ainda não conhecemos.
Reading the Poem
“At the Horizon of Eternity” contemplates a soul waiting before what it cannot fully know. From small things, the poet has built a castle: a work made of experiences, choices, and gestures gathered through time.
The questions about who will live in that castle turn creation into inheritance. The poet cannot control who will inhabit its dreams, yet trusts truth and its will. That trust brings serenity to the horizon: what we build may continue beyond us, welcoming lives we do not yet know.
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