Naveguem, Marinheiros, Naveguem
Naveguem, marinheiros, naveguem,
mesmo que estejam à deriva em um oceano imenso;
eles abraçam a água.
Nós, viajantes do espaço,
não estamos à deriva.
Temos a certeza de que o desconhecido além das estrelas
é onde repousamos.
Sailor Sail, Even
sailor sail, even
if they are adrift on a vast ocean
they embrace the water.
we, space travelers,
we are not drifting,
we rest assured that the unknow beyond stars
is were we rest.
Leitura do poema
“Naveguem, Marinheiros, Naveguem” aproxima duas formas de atravessar o desconhecido. Marinheiros podem estar à deriva, mas abraçam a água; viajantes do espaço seguem além das estrelas com a certeza de que ali encontrarão repouso.
O oceano e o cosmos tornam-se imagens da confiança necessária para continuar quando não há mapa completo. Estar perdido não impede a relação com aquilo que nos sustenta. O poema transforma o desconhecido em morada possível e incentiva a viagem: navegar é aceitar a vastidão sem deixar de pertencer a ela.
Reading the Poem
“Sailors, Sail” brings together two ways of crossing the unknown. Sailors may drift, yet they embrace the water; space travelers move beyond the stars with confidence that they will find rest there.
Ocean and cosmos become images of the trust required to continue without a complete map. Being lost does not prevent a bond with what sustains us. The poem turns the unknown into a possible home and encourages the journey: to sail is to accept vastness without ceasing to belong to it.
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