Modernismo: 1922 e Depois

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Sobre o curso

A Semana de Arte Moderna foi um escândalo pequeno que mudou tudo.

O curso lê o que veio antes — para entender contra o que eles estavam gritando —, os manifestos de Oswald de Andrade, que entraram em domínio público em 2025 e vão inteiros aqui dentro, e o Mário de Andrade de Macunaíma, também livre.

Depois acompanha o que a geração seguinte fez com essa herança: o que manteve, o que rejeitou e o que fingiu não ter herdado.

Termina numa pergunta desconfortável: o que exatamente sobrou de 1922 na literatura que se escreve hoje, cem anos depois?

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Conteúdo do curso

Antes de 1922: tradição e ruptura
Um panorama do ambiente literário brasileiro antes da Semana de Arte Moderna. O módulo apresenta o prestígio do parnasianismo, as mudanças urbanas e culturais do início do século XX e as primeiras vozes que prepararam a ruptura modernista.

  • O Brasil literário antes da Semana
  • Estudo de caso: Os Sapos e a crítica ao parnasianismo
  • Revisão: tradição e ruptura antes de 1922

A Semana e os manifestos
O módulo acompanha a Semana de Arte Moderna como acontecimento público e examina os manifestos que converteram a provocação inicial em projetos de linguagem, cultura e identidade brasileira.

Mário de Andrade e a invenção do Brasil
O módulo acompanha Mário de Andrade como poeta, romancista, pesquisador e organizador cultural. Sua obra transforma fala, música, folclore e cidade em materiais para pensar uma identidade brasileira múltipla e contraditória.

Depois de 1922: permanências e transformações
O módulo acompanha a expansão do modernismo na década de 1930 e investiga como suas conquistas formais, disputas nacionais e contradições continuam presentes na literatura brasileira contemporânea.

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